Solicitamos su permiso para la utilización de cookies en cumplimiento del Real Decreto-ley 13/2012. Si continúa navegando consideramos que acepta su uso. OK | Más información
A A A
ISSN 1134-0991 / ISSN-e 2340-2539 / Año de comienzo 1993
Área de conocimiento: Trabajo Social y Servicios Sociales
Inicio >> TSH 105 >> LOS DESAFÍOS DEL TRABAJO PROFESIONAL EN LA ASISTENCIA SOCIAL: CONDICIONES ...

LOS DESAFÍOS DEL TRABAJO PROFESIONAL EN LA ASISTENCIA SOCIAL: CONDICIONES LABORALES DE TRABAJADORES SOCIALES Y PSICÓLOGOS EN EL ESTADO DE RIO DE JANEIRO

[THE CHALLENGES OF PROFESSIONAL WORK IN SOCIAL CARE: WORKING CONDITIONS OF SOCIAL WORKERS AND PSYCHOLOGISTS IN THE STATE OF RIO DE JANEIRO]
Autoría: Martins, Valter (1); Barbosa de Oliveira Henriques; Rafaela (2)
Datos profesionales del autor/a: (1) Doctor en Trabajo Social. Diplomado en Trabajo Social (2) Máster en Política Social. Diplomada en Trabajo Social
Correspondencia: Valter Martins. Email: valtermartins@id.uff.br
Resumen
Este artículo examina cómo los trabajadores sociales y psicólogos implementan la política de Asistencia Social a través de un estudio cualitativo realizado en Río de Janeiro, basado en 22 entrevistas. Los resultados revelan la importancia vital de estos profesionales en la prestación de servicios sociales y la garantía de derechos no contributivos. Sin embargo, sus condiciones laborales precarias, como contratos inestables, bajos salarios y malas condiciones de trabajo, limitan su eficacia. Se concluye que mejorar las condiciones laborales y valorar más a estos profesionales, junto con un fortalecimiento de las políticas sociales, es crucial para garantizar la Asistencia Social como un derecho universal y gratuito.
Descarga del artículo:
Palabras Clave
Asistencia Social, Trabajador Social, Psicólogo, Intensidad de mano de obra, Mercado de trabajo
Abstract
This article examines how social workers and psychologists implement Social Assistance policy through a qualitative study conducted in Rio de Janeiro, based on 22 interviews. The results reveal the vital importance of these professionals in providing social services and guaranteeing non-contributory entitlements. However, their precarious working conditions, such as unstable contracts, low salaries and poor working conditions, limit their effectiveness. It is concluded that improving working conditions and valuing these professionals more highly, together with a strengthening of social policies, is crucial to guarantee Social Welfare as a universal and free right
Key Words
Social Work, Social Worker, Psychologist, Labour intensity, Labour market
Referencia Normalizada (cómo citar este artículo)
Martins, V. y Barbosa de Oliveira Henriques, R. (2026). Los desafíos del trabajo profesional en la asistencia social: condiciones laborales de trabajadores sociales y psicólogos en el estado de Rio de Janeiro. Trabajo Social Hoy 105(1), pág. 1-16. Doi: 10.12960/TSH.2026.0004
Texto del Artículo
 
Referencias
Abílio, L. C. (2020). Uberização: a era do trabalhador just-in-time? Estudos Avançados, 34(98), 111–126. https://doi.org/10.1590/s0103-4014.2020.3498.008

Antunes, R. (2018). O privilégio da servidão. O novo proletariado de serviços na era digital. Boitempo.

Antunes, R., y Alves, G. (2004). As mutações no mundo do trabalho na era da mundialização do capital. Educação & Sociedade, 25(87), 335-351.

Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social (ABEPSS). (2014). Projeto Abepss Itinerante. Estágio supervisionado em serviço social: desfazendo os nós e construindo alternativas. http://www.abepss.org.br/uploads/textos/documento_201604041620107714300.pdf

Brasil (1988). Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Senado Federal.

— (2010). Ley 12.317/2010. Presidência da República. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2010/lei/l12317.htm#:~:text=A%20dura%C3%A7%C3%A3o%20do%20trabalho%20do%20Assistente%20Social%20%C3%A9%20de%2030,vedada%20a%20redu%C3%A7%C3%A3o%20do%20sal%C3%A1rio

— (2004). Ministério de desenvolvimento social e combate à fome. Política Nacional de Assistência Social. Brasília, secretaria Nacional de Assistência Social.

— (2004). Política Nacional de Assistência Social 2004. Conselho Nacional de Assistência Social. Brasília.

— (2006). Norma Operacional Básica de Recursos Humanos do Sistema Único de Assistência Social – NOB-RH/SUAS. Resolução n.º 269, de 13 de dezembro de 2006.

— (2011). Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Resolução n.º 5, de 15 de março de 2011. Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de graduação em Psicologia. https://normativasconselhos.mec.gov.br/normativa/pdf/CNE_RES_CNECESN52011.pdf

— (2012). Norma Operacional Básica do Sistema Único de Assistência Social – NOB/Suas. Resolução Cnas n.º 33, de 12 de dezembro de 2012.

— (2015). SUAS 10. Diversidade no SUAS: realidade, respostas, perspectivas. Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome; Secretaria Nacional de Assistência Social - SNAS.

Braun, V., y Clarke, V. (2006). Using thematic analysis in psychology. Qualitative Research in Psychology, 3(2), 77-101. https://doi.org/10.1191/1478088706qp063oa

Câmara dos Deputados (2019). Projeto de Lei 1.214/2019. https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2193342#:~:text=PL%201214%2F2019%20Inteiro%20teor,Projeto%20de%20Lei&text=Acrescenta%20artigo%20%C3%A0%20Lei%20n%C2%BA,em%20at%C3%A9%20trinta%20horas%20semanais.

Camargo, M. A. B. de C. de A. (2021). Relações e condições de trabalho do assistente social na atualidade: a proletarização da profissão. Serviço Social & Sociedade (142), 488-507. https://doi.org/10.1590/0101-6628.261

Carvalho Filho, J. dos S. (2010). Manual de Direito Administrativo (23.ª ed.). Lumen Juris.

Conselho Federal de Psicologia. (2022). Quem faz a psicologia brasileira? um olhar sobre o presente para construir o futuro: formação e inserção no mundo do trabalho. Brasília. https://site.cfp.org.br/wp-content/uploads/2022/12/Censo_psicologia_Vol1-1.pdf

Conselho Federal de Serviço Social. (2011). Parâmetros para Atuação de Assistentes Sociais na Política de Assistência Social. CFESS.

Conselho Federal de Serviço Social; Conselho Federal de Psicologia. (2007). Parâmetros para atuação de assistentes sociais e psicólogos(as) na Política de Assistência Social. CFESS/CRP. http://www.cfess.org.br/arquivos/CartilhaFinalCFESSCFPset2007.pdf

Conselho Federal de Serviço Social (2006). Resolução CFESS n.º 493/2006, de 21 de agosto de 2006. Brasília.

— (2022). Perfil de Assistentes Sociais no Brasil: Formação, condições de trabalho e exercício profissional. Cfess. http://www.cfess.org.br/arquivos/2022Cfess-PerfilAssistentesSociais-Ebook.pdf

Conselho Regional de Psicologia de São Paulo (2020). Caderno de Orientações do CRP/SP para atuação de psicólogas(os) na Assistência Social. CRP. https://www.crpsp.org/uploads/impresso/14066/1rEmwHj4ECdv7BS3534pzB7HlZTWsL6H.pdf

Dal Rosso, S. (2008). Mais trabalho!: a intensificação do labor na sociedade contemporânea. Boitempo.

Francisco, E. M. V. (2020). A precarização das relações e condições de trabalho dos(as) assistentes sociais em tempos de «reforma trabalhista». O Social em Questão (47), 65-84. https://www.redalyc.org/journal/5522/552263106007/552263106007.pdf

Iamamoto, M. V. (2008). Serviço Social em tempos de capital fetiche: capital financeiro, trabalho e questão social (2.ª ed.). Cortez.

Marconi, M. de A., y Lakatos, E. M. (2011). Metodologia do trabalho científico. Atlas.

Martins, V. (2022). O trabalho do assistente social no fio da navalha: os desafios do cotidiano e a performatividade. Autografia.

— (2020). Inserção dos assistentes sociais no mercado de trabalho no Norte e Noroeste Fluminense. In M. C. M. Senna, R. C. S. Freitas, y C. A. S. Moraes (eds.), Política Social no Brasil: sujeitos, trajetórias e institucionalidades. CRV.

Martins, V., Wernek, T. C., y Anjos, A. J. A. (2021). Perfil ocupacional de assistentes sociais nas políticas de Seguridade Social. In V. Martins & A. S. Dutra (Org.), Estado, Política Social e Serviço Social: um balanço crítico. Autografia.

Mello, I. C. de (2014). A inserção do profissional assistente social na gestão da Política de Assistência Social na particularidade riostrense [Trabalho de Conclusão de Curso, Universidade Federal Fluminense]. https://app.uff.br/riuff/bitstream/handle/1/5217/TCC%20IGOR.pdf?sequence=1&isAllowed=y

Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Superior. Coordenação das Comissões de Especialistas de Ensino Superior. Comissão de Especialistas de Ensino em Serviço Social. (1999). Diretrizes Curriculares para o curso de Serviço Social. https://www.abepss.org.br/arquivos/anexos/comissao-de-especialistas-1999-diretrizes-curriculares-formulada-pela-201608060344575120480.pdf

Moraes, J. B. T. de, Fonseca, H. R. R. da, y Gonçalves, N. P. C. (2017). Atuação do psicólogo no Sistema Único da Assistência Social. VIII Jornada Internacional de Políticas Públicas. https://www.joinpp.ufma.br/jornadas/joinpp2017/pdfs/eixo14/atuacaodopsicologonosistemaunicodaassistenciasocial.pdf

Raichelis, R. (2010). Intervenção profissional do assistente social e as condições de trabalho no Suas. Serviço Social & Sociedade (104). https://www.scielo.br/j/sssoc/a/cSK3XgKgNLzD8NJPYJbvH5R/abstract/?lang=pt

Resende, A. J. C. de. (2019). Aspectos do regime estatutário e o regime celetista na administração pública. Cadernos da Escola do Legislativo, 14(22), 173-201. https://cadernosdolegislativo.almg.gov.br/seer/index.php/cadernos-ele/article/view/160

Richardson, R. J. (2011). Pesquisa Social: métodos e técnicas (3.ª ed.). Atlas.

Datos de la Revista
TSH 105
1 - JULIO - 2026
Buscar artículos
Texto
Campo de búsqueda
Revista asociada en
cross reff